quinta-feira, 17 de julho de 2014



sábado, 5 de abril de 2014

Navio chinês que participa de buscas por voo MH370 detecta sinal no Índico

Frequência é igual à da caixa-preta do avião, mas objeto ainda está perdido.
Boeing da Malaysia Airlines com 239 pessoas desapareceu em 8 de março.

Da AFP

Equipamento consegue captar sinais emitidos por caixas pretas  (Foto: AP/BBC)Equipamento capta sinais submarinos(Foto: AP/BBC)
Um navio de patrulha chinês que participa das tarefas de busca pelo Boeing da Malaysia Airlines desaparecido há um mês detectou 'um sinal' no sul do Oceano Índico, embora não tenha sido determinado se está relacionado ao avião, indicou neste sábado (5) a agência chinesa Xinhua.

O sinal tinha uma frequência de 37,5 kHz por segundo, a mesma transmitida pela caixa-preta do avião da Malaysia Airlines, que está com as baterias prestes a acabar.

O detector de caixas-pretas mobilizado pelo navio de buscas chinês 'Haixun 01', localizou o sinal a 25 graus de latitude sul e 101 graus de longitude leste, indicou Xinhua (Nova China).

Resta determinar se o sinal localizado está relacionado com o voo MH370, desaparecido há um mês, indicou a agência.
As autoridades se mostraram muito prudentes. 'O sinal detectado pelo 'Haixun 01' ainda não foi identificado', declarou o Centro Chinês de Investigação e Socorro Marítimo.
As caixas-pretas, que hoje em dia são de cor laranja com faixas brancas fosforescentes para serem facilmente encontradas, continuam sendo a melhor forma de explicar as causas de um acidente de avião, mas emitem sinais apenas durante cerca de 30 dias depois do ocorrido.
O voo MH370 desapareceu no sábado, 8 de março, há exatamente quatro semanas.
As autoridades malaias indicam que a aeronave caiu no Oceano Índico, diante da costa oeste da Austrália, depois de ter mudado totalmente sua rota.
No entanto, não foi descoberto um elemento que confirme onde o Boeing 777 caiu.
Causas
Navio chinês 'Haixun 01' localizou sinal semelhante ao de caixa-preta de avião da Malaysia no Índico, no dia 5 de abril   (Foto: Reuters/CNSphoto)Navio chinês 'Haixun 1' localizou sinal semelhante ao de caixa-preta de avião da Malaysia no Índico, neste sábado (5). (Foto: Reuters/CNSphoto)
As autoridades seguem sem entender como e por que a aeronave desapareceu e advertem que se as caixas-pretas não forem encontradas, o mistério pode nunca ser resolvido.
O voo MH370, que partiu de Kuala Lumpur com destino a Pequim, desviou para oeste, sobrevoando a Malásia, até o Estreito de Malaca. Os radares o perderam de vista nesse momento.
Na semana passada, foram detectados por satélite objetos flutuantes em uma vasta região marítima, mas os que foram recuperados até agora eram material de pesca perdido ou simples detritos de outra natureza.
Encontrar restos de objetos e reconstituir sua deriva em função das correntes permite delimitar a zona de buscas, que é imensa neste momento.
Além dos chineses, navios australianos e britânicos seguem percorrendo a zona sem parar, na tentativa de encontrar rastros.
O avião levava 239 pessoas a bordo, na maioria chineses. A Malásia informou em 25 de março que a aeronave estava no sul do Oceano Índico.
Esta semana, a polícia malaia afirmou que a investigação criminal ainda não deu resultado.
Todos os passageiros e membros da tripulação foram descartados da investigação, à exceção dos dois pilotos, indicou.
'Precisamos de tempo', declarou o chefe da Polícia, Khalid Abu Bakar. 'É possível que nunca saibamos o que aconteceu', reconheceu.

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Helicópteros Robinson: 42 mortes em 97 acidentes na década

2/4/2014 9:05
Por Leandro Mazzini - de Brasília



Números assustadores colocam em xeque a eficiência e segurança do aparelho
Números assustadores colocam em xeque a eficiência e segurança do aparelho
Números assustadores colocam em xeque a eficiência e segurança do aparelho: Com a revelação da Coluna dos sucessivos acidentes com os helicópteros Robinson no Brasil – os chamados ‘bolhas’ – a Aeronáutica contabiliza, desde 2003, 42 mortes em 97 acidentes com três tipos de modelos da fabricante no País. Foram 41 ocorrências com 9 óbitos no modelo R22; 30 mortes em 53 registros com o R44; e 3 mortos em 3 acidentes com o R66. Muitos acidentes causados por imperícia ou imprudência dos pilotos.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Mistério do voo MH370 talvez nunca seja desvendado, diz Malásia

Chefe de polícia diz que, apesar de intensas buscas e investigações de passageiros e tripulação, causas da queda talvez não sejam conhecidas.

Da BBC
A Malásia admitiu que as razões que levaram ao desaparecimento do avião da Malaysia Airlines talvez nunca venham a ser conhecidas. O voo MH370 desapareceu no dia 8 de março, quando ia de Kuala Lumpur, na Malásia, para Pequim, na China, com 239 pessoas a bordo.
Segundo o chefe de polícia malaio Khalid Abu Bakar, a investigação poderá "continuar e continuar". "Temos que esclarecer cada coisinha. Ao final das investigações, talvez não venhamos a conhecer as verdadeiras causas [do acidente]. Talvez nem venhamos a saber as razões dele", afirmou.
Sem indícios
Bakar acrescentou que as investigações sobre todos os passageiros não apontaram indícios de que possa ter havido um sequestro ou sabotagem, ou que alguém a bordo tivesse problemas psicológicos ou pessoais.

De acordo com o chefe de polícia, foram realizadas mais de 170 entrevistas com familiares dos pilotos e da tripulação. Ele disse, ainda, que a comida servida no avião e o carregamento da aeronave estão sendo investigados.
A área de buscas pela aeronave no Oceano Índico é de 221 mil km², mas a névoa e tempestades marítimas estariam reduzindo a visibilidade e dificultando os trabalhos, segundo a agência conjunta de coordenação de operações de buscas (Jacc, na sigla em inglês), criada na terça-feira (1°).
Além de aviões, navios e submarinos de diferentes países, um jato particular do cineasta Peter Jackson, diretor da série "O senhor dos anéis", está sendo usado nas buscas.
Transcrição
Na terça-feira, autoridades da Malásia divulgaram a transcrição completa das comunicações entre o voo MH370 e controladores de tráfego aéreo em Kuala Lumpur. Segundo as fontes, não havia nenhuma indicação de algo anormal, ainda que as últimas palavras exatas recebidas pelos controladores de tráfego aéreo tenham sido diferentes das que haviam sido divulgadas anteriormente.

Representantes do governo da Malásia disseram que, baseando-se nas imagens de satélite coletadas, o voo MH370 caiu no sul do Oceano Índico.
Parentes das pessoas que estavam a bordo da aeronave vêm exigindo provas e se queixam da falta de informações.


terça-feira, 1 de abril de 2014

Metade dos helicópteros Robinson no Brasil sofreu acidente

31/3/2014 9:40
 CORREIO DO BRASIL - Por Leandro Mazzini - de Brasília


Metade dos helicópteros modelos Robinson R22 e R44 homologados no Brasil sofreu acidente
Metade dos helicópteros modelos Robinson R22 e R44 homologados no Brasil sofreu acidente

Um levantamento inédito a pedido da Coluna sobre o setor de aviação civil revela um número assustador: praticamente metade dos helicópteros modelos Robinson R22 e R44 homologados no Brasil sofreu acidente. Os dados são confirmados pelo CENIPA – Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica. O País possui 216 aparelhos R22 e R44 homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil, e registrou 94 acidentes com os dois tipos de helicóptero em 10 anos, entre 2004 e 2014. Esse são os relatados. Somente este ano, foram quatro registros, três deles com seis mortes.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Boeing 777 desaparecido pode ter voado por 4 horas após último contato

O voo pode ter voado durante quatro horas após o último contato, segundo investigadores americanos
notícia           
   
Reprodução / CNN
Avião desaparecido pode ter voado por até quatro horas após o último contato
O Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido desde sábado, 8, pode ter voado durante quatro horas após o último contato, segundo investigadores americanos citados pelo Wall Street Journal, o que aumenta ainda mais o mistério.
A aeronave poderia ter viajado por centenas ou milhares de quilômetros depois do último contato com os controladores aéreos a 1H30 de sábado (14H30 de Brasília, sexta-feira), uma hora depois de ter decolado de Kuala Lumpur com destino a Pequim.
O controle aéreo perdeu o contato com o avião, que transportava 239 pessoas, entre a costa oriental da Malásia e o sul do Vietnã.
Os investigadores americanos, que pediram anonimato, baseiam a hipótese nos dados transmitidos automaticamente pelos motores Rolls Royce, que equipavam o Boeing desaparecido.
Assim, apesar da possibilidade do sistema de rádio ser intencionalmente cortado a bordo, este sistema de transmissão automática poderia permitir revelar o mistério sobre o destino do avião.

"As autoridades americanas de combate ao terrorismo exploram a pista segundo a qual um piloto ou alguém a bordo pode ter desviado (o avião) para um destino secreto, depois de cortar intencionalmente os equipamentos de transmissão (emissor-receptor rádio), afirma o Wall Street Journal, que cita um investigador que trabalha no caso.
O avião poderia assim ter sido desviado ou sequestrado "com a intenção de ser utilizado mais tarde com outros objetivos", acrescenta o jornal.
A New Scientist também faz referência ao fato de que a Rolls Royce recebeu automaticamente duas séries de dados do voo MH370 (na decolagem e na fase de elevação) em seu centro de vigilância em tempo real de motores, situado em Derby, na Grã-Bretanha.
As buscas cobrem atualmente 27.000 milhas náuticas (quase 90.000 quilômetros quadrados, o que praticamente equivale à superfície de Portugal). Doze países, incluindo Estados Unidos, China e Japão, participam nas operações, com 42 navios e 39 aviões, além do uso de satélites.
Possíveis destroços
As autoridades da Malásia informaram nesta quinta-feira, 12, que enviaram um avião de reconhecimento para a zona em alto mar onde um satélite chinês fotografou grandes "objetos flutuantes", a procura de destroços do Boeing 777 da Malaysia Airlines.
"Um Bombardier foi enviado para investigar as imagens de destroços detectados por um satélite chinês", assinalou o ministro malaio dos Transportes, Hishammuddin Hussein, no Twitter.
O voo MH370 desapareceu na madrugada de sábado, com 239 pessoas a bordo, quando cobria a rota entre Kuala Lumpur e Pequim.
A China anunciou na quarta-feira que um de seus satélites detectou três "objetos flutuantes" de certo volume em uma zona marítima na qual poderia ter desaparecido o Boeing da Malaysia Airlines.
A agência chinesa de ciência e tecnologia informou que o satélite já havia detectado os mesmos objetos na manhã do dia 9 de março, "em uma zona marítima onde o avião poderia ter caído".
Os objetos flutuantes foram detectados em alto mar, a 105,63 graus de longitude leste, e 6,7 graus de latitude norte, segundo o site da agência chinesa.
Os objetos medem 13 x 18 metros, 14 x 19 e 24 x 22, e estão dispersos por um raio de 20 quilômetros.
Oficiais americanos informaram nesta quarta, 12, que os satélites espiões dos Estados Unidos não detectaram sinais de explosão em voo por ocasião do desaparecimento do Boeing da Malaysia Airlines.
O governo dos EUA já utilizou sua rede de satélites para detectar sinais de calor relacionados a explosões de aviões, mas desta vez não encontrou qualquer vestígio térmico, informaram os oficiais, que pediram para não ser identificados.
A ausência de vestígios de explosão só aumenta o mistério sobre o que ocorreu com o voo MH370.
Na noite desta quinata-feira
as autoridades de aviação da malasia desmentiram a informação anterior dada por elesmesmo de que o avião tenha sido detectado sobre o estreito de Malaca.
Redação O POVO Online
com agênvias de notícias