sábado, 21 de julho de 2007

Anac considera o reverso como necessário para o pouso de aviões em pista molhada, ao contrário do que afirma a TAM

* Falha no reverso aumenta riscos.

(Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás)


* Uma instrução baixada pela Anac em janeiro orientou o uso de reversores, um sistema auxiliar de freios, em aviões a jato durante operações de pouso em pistas molhadas.

Segundo a Infraero, era essa a condição da pista de Congonhas no dia do acidente com a TAM - o avião, contudo, operava com apenas um reversor.

(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* A Anac considera o reverso um item necessário para o pouso de aviões em pista molhada, ao contrário do que afirmou em nota a TAM.

A empresa julgou que o Airbus A-320 que se acidentou em Congonhas poderia dispensar o equipamento.

(O Globo - Sinopse Radiobrás)


* Especialistas que investigam as causas do acidente dizem que só o fato de um dos reversos da turbina estar travado não provocaria a tragédia.

(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* Georges de Moura Ferreira - É insensato falar em insegurança no sistema aéreo. (Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* Marc Baumgartner - Público é iludido e colocado em risco desnecessário. (Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* Situações ou decisões erradas dos pilotos podem ter contribuído. Além disso, se a pista fosse maior haveria melhores condições de frear o Airbus.

Ontem foi identificada a 187ª vítima.

O piloto Marcos Stepanski tinha viajado com a tripulação na condição de "não operante".

(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* O Airbus da TAM , que deixou ao menos 187 mortos, número de resgatados até a noite de ontem, tinha um defeito no reversor da turbina direita.

O equipamento tem a função de desacelerar o avião no pouso.

A TAM admitiu o travamento do reversor, mas afirmou, por meio de nota, que o problema não impedia o uso da aeronave.

Segundo a TAM, a Airbus recomenda revisão no dispositivo até dez dias após a identificação do defeito.

Na coletiva de anteontem, o presidente da empresa, Marco Antonio Bologna, insistiu em que o A320 estava em perfeitas condições de uso.

"O procedimento não configura qualquer obstáculo ao pouso da aeronave", diz a nota da empresa.

Para especialistas em gestão de crise, o que se viu na seqüência do acidente foi um despreparo da TAM, que demorou para prestar informações e amparar parentes das vítimas.

(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás)

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